irene atienza

 

 

Canto desde que tengo uso de razón. Con seis años era viciada en sacar canciones de oído en el casiotone de mi hermana. A los ocho entré en el conservatorio para estudiar piano, a los nueve canté por primera vez con un micrófono de verdad y con quince monté mi primera banda con mi mejor amiga adolescente, con canciones que nosotras escribíamos. Después pensé que todo eso era solo un sueño imposible y entré en la universidad. Fui becaria todos los veranos en varias radios y televisiones, me licencié en Comunicación Audiovisual a los 24 años y comencé a trabajar "en lo mio". Solo que lo mio siempre había sido cantar. Y tardé un año y medio en darme cuenta que no se puede luchar contra una pasión. Y que para seguir un sueño hay que arriesgarse. Y que pedir apoyo es fundamental. Y a los 26 monté una banda con una amiga de Brasil que conocí en Barcelona y algunos años después esa misma banda me trajo a Brasil. Dejé atras algunos proyectos, pero Brasil no me decepcionó. Comenzó a ponerse interesante eso de seguir el instinto. Varios proyectos y oportunidades. Y aqui estoy, lanzando mi primer disco autoral, con un equipo de gente maravillosa. Salitre es el resumen de toda esa historia.

                       

 

 

 

Canto desde que me conheço por gente, aos seis anos era viciada em tirar músicas de ouvido no pequeno teclado da minha irmã. Aos oito entrei no conservatório para estudar piano, aos nove cantei pela primeira vez com um microfone de verdade e com quinze montei minha primeira banda com uma amiga da adolescência com musicas que compúnhamos. Mais tarde pensei que aquilo tudo era só um sonho impossível e ingressei na universidade. Fui estagiária em diferentes rádios e televisões, me formei em Comunicação Audiovisual aos 24 anos e comecei a trabalhar “na minha área”. Só que minha àrea sempre foi outra, cantar, demorei um ano e meio em perceber que não se pode lutar contra uma paixão. E que para perseguir um sonho tem que se arriscar. E que pedir apoio è fundamental. E aos 26 montei uma banda com uma amiga brasileira que conheci em Barcelona e alguns anos depois essa mesma banda me trouxe ao Brasil. Deixei para trás alguns projetos porém o Brasil não me decepcionou. Começou a ficar interessante isso de seguir o instinto. Vários projetos e oportunidades.

E aqui estou hoje, lançando meu primeiro disco autoral no Brasil, com um time de músicos maravilhosos. Salitre é o resumo de toda essa história.